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  China apostará na simplificação de procedimentos administrativos
 
  ( 2014/12/22 )
 
 
Transformação das funções do governo e o aprofundamento das reformas serão as prioridades do próximo estágio de desenvolvimento da China. É o que definiu a reunião anual sobre o desenvolvimento econômico organizada pelo Centro Internacional de Intercâmbios Econômicos de Beijing.

Entre as pautas de discussão está, como realizar o desenvolvimento sustentável no meio da "nova normalidade". Os participantes concordaram que, com a entrada da China na etapa da "nova normalidade", o país vai enfrentar novas contradições e dificuldades, entre elas, a fraca demanda interna, a desaceleração econômica, a produtividade em excesso e os problemas causados pela reestruturação econômica.

Para o presidente do Conselho do Centro Internacional de Intercâmbios Econômicos de Beijing, Zeng Peiyan, a principal missão da economia chinesa é a transformação do modelo do desenvolvimento econômico.

"Reformas e abertura fazem partes das políticas básicas do nosso país, sendo também um mecanismo decisivo do destino da nação. Devemos continuar usando esse tesouro e valorizar a inovação, progredindo com o tempo. As reformas vão criar condições para a abertura e a inovação, a abertura vai oferecer experiências para as reformas e a inovação, e a inovação vai lançar um alicerce para a implementação da reforma e a abertura."

Em relação à alteração das funções do governo, os especialistas argumentam que o excesso de procedimentos administrativos não apenas desanima o vigor do mercado, como também cria oportunidades para o abuso de poder. Segundo Zeng Peiyan , um dos aspectos para o aprofundamento das reformas é a coordenação das relações entre o governo e o mercado.

"Sob o contexto na nova normalidade, é preciso que o mercado desempenhar o papel decisivo na distribuição dos recursos. As funções do governo devem passar, da autorização para a supervisão, com o objetivo de criar um ambiente de mercado justo, transparente e de concorrência equitativa."

Ao falar da simplificação do procedimento administrativo, o vice-presidente do Conselho do Centro Internacional de Intercâmbios Econômicos de Beijing, Zhang Xiaoqiang, disse que há dois trabalhos que devem ser levados a cabo no ano que vem.

"Primeiro é a criação das regras e mecanismos sobre assuntos ligados à economia de energia, de água e de espaço. Os critérios para utilização de alguns recursos materiais, na sua maioria, foram estabelecidos há muitos anos e, portanto, não estão adaptados à atual realidade. Por outro lado, precisamos reforçar a supervisão, que é um ponto fraco em nossos trabalhos."

 
 


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