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  IPC de novembro fecha em 3% na China
 
  ( 2013/12/09 )
 
 
 O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), referência importante do nível de inflação, teve um aumento de 3% em novembro em comparação com o mês anterior. A informação foi divulgada hoje pela Administração Estatal de Estatísticas da China. A média do IPC, segundo a entidade, foi de 2,6% nos primeiros onze meses do ano, o que significa que a China conseguiu manter a taxa de inflação dentro da meta de 3,5%.

A alta dos preços dos alimentos foi o fator principal para o aumento do índice. No mês passado, os produtos alimentícios subiram 5,9% frente a outubro, contribuindo com 1,92 ponto percentual para o IPC. Para o vice-diretor da Faculdade de Finanças da Universidade do Povo da China, Zhao Xijun, a alta dos preços dos alimentos tem a ver com a estação do ano.

"Os maiores responsáveis pela alta do IPC foram os produtos alimentícios. Entre eles, se destacam os legumes frescos e carne, que contribuíram quase um ponto percentual. Não posso deixar de lembrar que a estação do ano é uma das causas. O custo da produção de legumes cresce na estação do inverno. E a ele acrescentam-se ainda os custos de logística, manutenção e mão-de-obra. Os produtos de carne, sobretudo da carne suína, ocupam uma posição importante na mesa dos consumidores do nosso país. A criação de porcos, na sua maioria, é familiar. Essa produção descentralizada gera mais dificuldade para o controle entre a demanda e a oferta."

O IPC da China teve uma média de 2,6% nos primeiros onze meses do ano, cifra bem abaixo da meta prevista de 3,5%. Ao falar sobre a tendência da inflação, o professor Zhao Xijun se mostrou otimista.

"Não houve um mês em que o IPC superou 3,5%. O índice chegou ao seu pico em fevereiro e outubro, com 3,2%. Tradicionalmente, a chegada do Natal e do Ano Novo contribui para o consumo. Porém, com os novos regulamentos do governo chinês, as entidades públicas devem controlar mais os gastos. Razão pelo qual, a taxa do IPC não terá um grande salto em dezembro. "

No início do ano, a China fixou a meta de 3,5% para a inflação. Para o pesquisador do Centro Internacional de Intercâmbios Econômicos da China, Wang Jun, não há dúvidas que o país vai atingir esta meta. Ele fez também uma previsão para o ano que vem.

"Os primeiros meses do ano que vem vão seguir a atual tendência. De modo geral, é possível controlar a inflação dentro de 3,5%. Porém, podemos ter flutuações em alguns meses."

 


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