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  China emite primeira avaliação sobre atividades espaciais
 
  ( 2014/04/24 )
 
 
Um grupo diretor de pesquisa espacial da China publicou a primeira avaliação sobre a situação atual e as futuras tendências de atividades espaciais internacionais.

O relatório foi compilado pelo grupo de pesquisa do laboratório Qian Xuesen de Tecnologia de Veículos de Lançamento.

O relatório mostra que as atividades espaciais floresceram nos anos recentes. As grandes potências espaciais avançaram em termos de tentativas de lançamento de satélites e de ativos em órbita.

As instalações e equipes modernas utilizadas nas atividades espaciais pertencem principalmente às principais potências mundiais.

Até agora, 12 países obtiveram a capacidade de lançar satélites de maneira independente, diz o relatório.

Dos 159 lançamentos realizados entre 2012 e 2013, 86,8% foram realizados por quatro potências: Rússia, Estados Unidos, China e União Europeia.

Estima-se que até agosto de 2013 havia 1.084 satélites em órbita, de acordo com a cifra divulgada pelo grupo de pesquisa com base nos números da União de Cientistas Comprometidos.

Um total de 461 satélites é de propriedade dos Estados Unidos, enquanto a Rússia tem 111 e a União Europeia 110.

As três potências tinham 63% dos ativos espaciais globais, indica o relatório.

Li Hongbo, membro do grupo de pesquisa e especialista da Academia Chinesa de Tecnologia de Veículos de Lançamento (CALT, sigla em inglês), advertiu contra uma tendência que surgiu nos últimos anos de usar o espaço para propósitos militares.

"As leis e os atuais regulamentos internacionais foram pouco efetivos para contê-la", mencionou Li.

O grupo de pesquisa pediu a exploração e a utilização pacíficas do espaço exterior.

O grupo que trabalha sob a CALT faz parte da Empresa de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China.

 
 


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