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  Presidente chinês fará visita à Austrália, Nova Zelândia e Fiji
 
  ( 2014/11/13 )
 
 
O Ministério das Relações Exteriores da China convocou hoje, em Beijing, uma entrevista coletiva para apresentar a programação da visita do presidente chinês, Xi Jinping, à Austrália, Nova Zelândia e Fiji. Também foi divulgada sua participação na Cúpula do G-20, que será realizada na cidade de Brisbane, na Austrália.

Desde o estabelecimento das relações diplomáticas entre a China e a Austrália, em 1972, as relações bilaterais deram um salto. Hoje em dia, a China se tornou o maior parceiro comercial da Austrália. É também o principal país de origem de estudantes e turistas. No ano passado, o volume comercial entre as duas nações chegou a 136 bilhões de dólares, um recorde na história.

Segundo o ministro adjunto da chancelaria chinesa, Zheng Zeguang, as duas nações possuem condições para consolidar a amizade. Primeiro, a China é um país em desenvolvimento e a Austrália, uma país desenvolvido. Estão em diferentes etapas de desenvolvimento e, por isso, se complementam. Segundo, ambos os países ficam na região Ásia-Pacífica e têm vantagem geográfica. Terceiro, é a vontade comum dos governos e povos chineses e australianos de reforçar a cooperação.

Em março deste ano, quando o primeiro-ministro da Nova Zelândia John Phillip Key visitou a China, o presidente Xi Jinping avaliou positivamente o desenvolvimento das relações entre as duas nações. Zheng Zeguang atribuiu o bom relacionamento bilateral às seguintes razões: primeiramente, as duas partes desenvolvem as relações de respeito mútuo e de benefício recíproco com base nos interesses fundamentais e com olhos voltados para o futuro. Em seguida, os dois países promovem a cooperação comercial com inovação e coragem, fazendo com que a Nova Zelândia fosse o primeiro país desenvolvido a assinar o acordo de livre comércio com a China. Por fim, os dois fazem uso da atitude construtiva para resolver problemas.

Ao falar sobre a 9ª cúpula do G-20, o diretor-geral da Economia Internacional da chancelaria chinesa, Zhang Jun, informou que os líderes dos países do Brics vão se reunir para trocar opiniões sobre questões regionais e internacionais de interesse comum.

Em relação aos países que são ilhas no Pacífico, Zheng Zeguang disse que a China sempre defende que, não importa se rico ou pobre, forte ou frágil, grande ou pequeno, todos países são iguais. As relações entre a China e os ilhas do Pacífico estão atravessando uma boa fase histórica, disse o ministro adjunto.

Perguntado sobre se os líderes do Brasil, Rússia, Índia, China e Africa do Sul vão abordar a questão do Banco de Desenvolvimento do BRICS e o fundo de emergência, Zhang Jun respondeu que os dois mecanismos vão promover o crescimento econômico dos países em desenvolvimento e ajudar na estabilidade financeira. Segundo ele, a China apoia os líderes do Brics a discutir o tema, com o objetivo de chegar o mais rápido possível a um consenso sobre a instituição financeira.

 
 


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