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  Primeira reunião ministerial do Fórum China-CELAC será realizada em Beijing
 
  ( 2015/01/07 )
 
 

A primeira reunião ministerial do Fórum China-CELAC (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) será realizada no dia 8 deste mês em Beijing, capital chinesa. Este será o primeiro importante evento diplomático do país em 2015.

O diretor do Departamento da América Latina do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhu Qingqiao, disse à imprensa que é um grande prazer poder receber tantos prezados convidados no início do ano novo. Além dos ministros dos países concernentes, o presidente chinês, Xi Jinping, o presidente da Costa Rica, Luis Guillermo Solís, o presidente do Equador, Rafael Correa e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro também vão participar no evento. O presidente chinês, Xi Jinping, irá fazer o discurso temático que poderá trazer novas propostas para o desenvolvimento das relações sino-latino-americanas.

Segundo Zhu Qingqiao, a primeira reunião ministerial do Fórum China-CELAC é de fato um encontro entre os ministros das relações exteriores dos países envolvidos. Os chanceleres vão discutir como impulsionar as relações de parceria de cooperação completa entre a China e os países latino-americanos sob o tema de "nova plataforma, nova partida e nova oportunidade".

"As cooperações integras entre a China e a América Latina são um desejo comum de ambas as partes desde há muito tempo, e correspondem aos correntes da Cooperação Sul-Sul e das cooperações transregionais. As duas partes vão ampliar cooperações nas áreas da política, diplomacia, comércio, cultura etc., com base nos princípios de igualdade, benefício recíproco, ganha-ganha, abertura e abrangência."

A Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos foi criada em dezembro de 2011 e presta sempre alta atenção ao desenvolvimento das relações com a China. Durante a visita do presidente chinês, Xi Jinping, na América Latina em julho do ano passado, os dois lados decidiram estabelecer o Fórum China-CELAC.

Zhu Qingqiao apontou que nos últimos dez anos, o comércio entre a China e os países latino-americanos e caribenhos cresceu de maneira duplicada. As minas de ferro, soja, e outros produtos da região contribuíram muito para o desenvolvimento da economia chinesa, e o aumento das receitas de divisas também ajuda os países latino-americanos a melhorar a vulnerabilidade das suas economias.

"Sob o contexto da informatização e de facilitação de transporte, a distância geográfica já não pode impedir os intercâmbios dos dois lados. O grande Oceano Pacífico já se tornou numa ponte que liga a China e a América Latina. Ambas as parte consideram que o desenvolvimento de outro é uma oportunidade para si próprio e querem elevar o nível de cooperação para um novo patamar."

Por causa da proximidade geopolítica, a América Latina é considerada sempre como o quintal dos Estados Unidos. Porém, Zhu Qingqiao afirmou que o desenvolvimento das relações entre a China e os países latino-americanos não prejudica em nada, os interesses dos EUA.

"As relações sino-latino-americanas são paralelas às relações entre os EUA e a América Latina. O desenvolvimento das relações sino-latino-americanas traz benefícios verdadeiros para os povos de ambos os lados, favorecendo o desenvolvimento da China, assim como a estabilidade e a prosperidade da região latino-americana e caribenha, beneficiando também os EUA."

 
 


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