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  Premiê chinês: China necessita de acolher todas as opiniões
 
  ( 2015/02/11 )
 
 
Com a chegada do ano novo lunar chinês, a agenda do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, foi marcada por uma série de encontros com especialistas nacionais e internacionais, comerciantes, personalidades dos partidos democráticos, populações comuns e eruditos do think-tank. Na tarde desta terça-feira, o premiê chinês se reuniu em Beijing com os cerca de 70 especialistas estrangeiros provenientes dos 32 países.

"Entre os amigos aqui presentes, há muitos amigos de longa data, havendo também caras novas. Sinto muita simpatia ao encontrar-me com os novos amigos e os de longa data, porque temos em comum a meta de promover a cooperação entre a China e o mundo e de salvaguardar em conjunto a paz e o desenvolvimento da humanidade. Estou com muita satisfação por aproveitar a ocasião para ouvir as suas opiniões e sugestões sobre a modernização chinesa."

Os estrangeiros participantes, vindos dos setores de economia, finanças, agricultura, educação e meio ambiente, opinaram sobre a macroeconomia chinesa, desenvolvimento da economia movida pela inovação, a cooperação com pessoal internacional e as mudanças da China e do mundo.

O famoso economista e premiado ao Nobel, Michael Spence, defendeu que a economia chinesa, frente a uma circunstância de deterioração da economia internacional, precisa de incentivar a demanda interna. A prioridade é elevar a renda da população e fornecer mais serviços públicos.

"Antes de tudo, acho muito importante a redistribuição dos rendimentos. A China deve deixar o mercado desempenhar uma função ainda maior, com o objetivo de elevar a renda da população. Além disso, o governo chinês deve trabalhar para fornecer mais serviços públicos e garantir, ao mesmo tempo, a alta eficiência de investimento nos setores públicos."

O premiê chinês concordou com as opiniões de Spence. Segundo ele, aumentar e aperfeiçoar os produtos públicos e os serviços públicos serão dois motores importantes para a economia chinesa. E neste processo, o governo chinês acolhe a participação dos capitais privados.

"Ao promover os produtos e serviços públicos, o governo não apresentará um "teatro solo". O que nós queremos é a participação dos capitais privados. Por exemplo, podemos atrair os investimentos através da concessão. Por outro lado, os novos serviços públicos vão garantir as condições básicas para aqueles que falhem no empreendimento."

No encontro, Li Keqiang agradeceu as contribuições feitas pelos estrangeiros na modernização chinesa e disse que o país vai facilitar ainda mais a entrada dos estrangeiros no país, e se esforçar para que eles queiram vir e ficar.

"Um antigo dito chinês diz, a grandeza do Mar deve-se à absorção de centenas de rios. O desenvolvimento da China necessita de pessoal qualificado em todos os setores, e também necessita de opiniões diferentes. Estamos dispostos a reforçar a introdução dos talentos estrangeiros ao país, e fornecer mais facilidades para a vida e trabalho de todos vocês."

 
 


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